Reminiscências de Aura


"Al fin podrás ver esos ojos de mar que fluyen, se hacen espuma y vuelven a la calma verde, vuelven a inflamarse como una ola: tú los ves y te repites que no es cierto, que son unos hermosos ojos verdes idénticos a todos los hermosos ojos verdes que has conocido."

(Excerto do livro Aura per Carlos Fuentes)


"Aura (1962) de Carlos Fuentes. Lê-se antevisão além-palavra de uma essência, a aura feminina. O misticismo e o simbolismo associados ao título metamorfoseiam elementos: o coelho, o gato, o naturalismo, o ritualismo, a palavra (...).
Neles Aura revela-se e possuí o leitor à sua pele.
O triângulo sexual e profano explora a densidade
psicológica das personagens que entre a realidade e o sonho se nudificam e nos cadenciam obsessões, são elas temas antiquos à Humanidade: a Imortalidade da pele humana, a égide do ritualismo feminino e o eternalismo do amor.
Transborda, em sensação-palavra, na leitura de Aura a concretização de uma profecia: Além alma e corpo, através de Eros, Psiqué atinge a eternidade, ou seja, Aura (Consuelo) bebe a ambrósia em Felipe, atingindo a sacralizante e secreta quimera"
- Náiade
(Imagem: www.google.com)

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