Mensagens

Archaic Torso of Apollo

Archaic Torso of Apollo We cannot know his legendary head with eyes like ripening fruit. And yet his torso is still suffused with brilliance from inside, like a lamp, in which his gaze, now turned to low, gleams in all its power. Otherwise the curved breast could not dazzle you so, nor could a smile run through the placid hips and thighs to that dark center where procreation flared. Otherwise this stone would seem defaced beneath the translucent cascade of the shoulders and would not glisten like a wild beast’s fur: would not, from all the borders of itself, burst like a star: for here there is no place that does not see you. You must change your life. Rainer Maria Rilke

My Perfect World: Sorteio 100 Seguidoras

My Perfect World: Sorteio 100 Seguidoras : "Bom dia belezas :D Venho anunciar mais um sorteio :) Mas antes de mais quero agradecer-vos por todo o carinho que me têm dado. Significa mu..."

Juan del Encina "Vuestros amores e señora"

Vuestros amores é, señora; vuestros amores é. Desd´el día que miraron mis ojos vuestra presencia, de tal forma se mudaron, que no consiente ausencia. Vuest....... Tengo siempre el pensamiento en servir i contentaros, que vuestro mereçimiento jamás me dexa olvidaros. Vuest...... Es vuestra gentil figura tan perfeta y acabada que con gracia y ermosura teneis mi vida rrobada Vuest.... I, pues quiso mi ventura que de vos fuese cativo, dadme vida sin tristura, pues por vos muriendo bivo. Vuest..

Espelho meu, Espelho meu, quem Verdadeiramente sou Eu?

Directed by Brooke Martin for Project: Direct 2009 "Behind the Scenes" at http://www.mirrormirror-film.blogspot.com/ Um espelho para o Self, colocado na casa-de-banho da Verdade, mostra aos seus Humanos (esqueçam a madrasta da branca de neve) a expiação dos pecados. ( Inveja é o primeiro e aquele que encerra o final, porque este prolifera ....sorriso) Curioso ou não,apenas, o Orgulhoso Pintor evita olhar-se ao espelho, pensará o visionário, o Orgulho é um "pecado" internalizado sem necessário reflexo externo? Brooke sugere, o que mudaria nesta curta-metragem?

Ruby and Bury / Till Human voices wake us,and we drown.

"We have lingered in the chambers of the sea By sea-girls wreathed with seaweed red and brown Till human voices wake us, and we drown." Excerto do poema "The Love Song of J. Alfred Prufrock Ts. Eliot"   Till Human Voices wake us (2003) Sinopse: A ghostly romance from Australia. Guy Pearce is a brooding psychiatrist who must journey back to his family's summer home, to bury his father and settle some lingering childhood traumas. Helena Bonham Carter is the mysterious woman he meets on his journey, twice: once in a fleeting encounter on a train, again as she takes a dive off a trestle into a river. By the way, she's amnesiac--Guy Pearce just can't shake that Memento feel. For viewers susceptible to this kind of thing, director Michael Petroni's lofty literary tone might just work (the breathless pauses are broken by quotations from T.S. Eliot); otherwise, it will look like a skeletal take on a potentially interesting subject. The two fine ...

The Ghost And Mrs. Muir

Obra cinematográfica de Joseph L. Mankiewicz, 1947 Como é que diz Keats que o fantasma recita: “I have been half in love with easeful Death... Was it a vision or a waking dream?” Por que é que as pessoas se apaixonam por fantasmas? Por que é que os fantasmas se apaixonam por pessoas? Perguntá-lo é perguntar “como pode usar amor de entendimento”. Sempre que vejo, no meu cartaz, Rex Harrison mais azul do que negro sumir-se no fundo do colo de Gene Tierney, pergunto-me qual dos dois foi fantasma e como o Andrea Francorum de Stendhal “inter quos possit esse amor”. Lembram-se do que ele respondia a quem se embaraçava com a obscuridade de discursos destes? É melhor não se lembrarem. Per João Bénard da Costa

Emergindo Ondine

"Ondine" Starring: Colin Farrell, Alicja Bachleda, Stephen Rea Director: Neil Jordan Emergindo o recente filme,Ondine, prometerei levar o cheiro a maresia, já íntimo a peles aquosas. Um argumento onde a crença é a lei que reescreve a verdade e a espuma, a feminiliza, a quantifica rudemente e nos postra a imagens que coadunam com o traço de maré, os barcos de vinho, as redes das lágrimas e os mitos do Homem-Deus. A rudeza aquosa da interpretação de Colin, e a presença cinzelada da misteriosa Alicja na forma fémea/humana de Ondine, clamará os "marinheiros" de terra e além-mar. O visionário questiona, Quem é Ondine? Será Ondine, uma promessa do mar ao fatum do homem? Imergir ao som das ondinas será certamente a resposta, ou não... L´Ondine, per Chaminade*